quarta-feira, 9 de Abril de 2014

domingo, 23 de Março de 2014

...

E assim nos despedimos (com imensa pena nossa) da branquinha (sonho levá-lo a vê-la bem mais longe, por estradas que fazia em pequena, quando viajava rumo a terras de Napoleão, com os meus pais e irmãos), dando as boas vindas à Primavera e aos piqueniques entre amigos.
Tudo tem o seu encanto.





sábado, 22 de Março de 2014

Olá, Primavera!


Despedida em grande, com o regresso à Serra e um piquenique cuidadosamente preparado por mim e uma amiga, para que nada falte neste dia que se quer FELIZ e repleto de gargalhadas.

Bom fds!:)

quinta-feira, 20 de Março de 2014

(a chave...e o coração)

Há perdas irreparáveis e reencontros felizes...ou reencontros felizes e perdas irreparáveis.
Acredito em ambos, até que me provem que o homem deixou de ser homem e a mulher de ser mulher. Que ambos (ou um só) deixaram de acreditar que não  há impossíveis ... (quando o querer é maior do que tudo) e que ambos (ou um só) sabem o caminho de casa.
Não há ilusão...mas há, inevitavelmente, sorrisos.

Voltei, provavelmente noutro registo, mas voltei... mais serena, mais madura, mais apaziguada com a vida, com encontros e desencontros...comigo própria.
A todos os que sempre aqui estiveram, bem hajam!


quarta-feira, 19 de Março de 2014

Deste dia...


Uma estrela no céu...outra na terra. Ambas a velarem por mim...por nós. Felicidade a dobrar. Saudades.
O meu filho já vive este dia com a mesma alegria e emoção da mãe.
Não lhe compro presentes para oferecer ao pai. Deixo que ofereça o que faz na escola e na academia. Vai ao rubro.
Hoje foi ainda mais especial porque escreveu um postal, feito por si, cheio de coisas bonitas (E com tanto requinte! Onde está o meu bebé que me fazia temer o pior?)
Mal viu o pai pelo intercomunicador, ouvi-o dizer-lhe "Tenho duas prendas para ti, papá, e um postal, porque tu és lindo e eu adoro-te." 
Se até eu derreti, imaginam como se sentiu o pai?
Foi o pai que o deitou, embora tenha sido eu a dar-lhe o último beijo, porque já não adormece sem me pedir "5 minutos de mimo, mamã*!"
Tenho a certeza que a noite em família lhe vai ficar na memória. 
Fez ontem 6 anos que nos separámos.
Orgulho-me muito de nós.

*Já só me chama assim quando precisa de colo.

(Esta mania de ter o coração nas mãos! Desculpem se vos assustei! Juro que estou bem OBRIGADA!)

terça-feira, 18 de Março de 2014

O MEDO...


Acordei de madrugada, por volta das 4:00.
Uma dor violenta vinha das costas em direção ao peito.
Acendi a luz. Apalpei o sítio da dor. Procurei não entrar em pânico. Não entrei.
Minutos depois, a dor persistia. Aguda. Como se me estivessem a espetar uma faca, lentamente.
Levantei-me. Voltei a deitar-me. Mudei de posição uma e outra vez. Queria perceber o que se estava a passar.
Ao meu lado, o meu filho dormia serenamente, como um anjo.
Contive as lágrimas...mas não contive O MEDO.
Escrevi, consciente que semearia o pânico do outro lado, mas sem conseguir/poder evitá-lo " Dor lancinante no peito, direta ao coração. Liga-me às 8:00. Se não atender, vem para cá.".
A resposta aconteceu logo depois, sucedida por mil e uma mensagens e o pedido de vir para cá, na hora. Rejeitei.
Adormeci quase uma hora depois, acordando sem aquela dor aguda... apenas com uma moinha no seu lugar.

Estou melhor.-escrevi.
Porra...ainda bem.-respondeu-me.

(Estou bem.  Nestas coisas sou, sempre, a minha melhor amiga. Mas, é bom perceber que há laços que não se desfazem.)

domingo, 16 de Março de 2014

Primavera de mudanças

Mudam-se os espaços, alternando cor com pequenos apontamentos de branco aqui e ali.
Mudam-se os hábitos, procurando reinventar o que já existia... vivendo (ainda) mais.
Começa-se a olhar para dentro, antes de olhar para fora.
O espelho continua a não querer mostrar o que o tempo não nega.
Sabe-se que as rugas de expressão de meNina darão lugar a rugas que nenhum creme poderá apagar e que a meia dúzia de brancas destes dois últimos anos, continuarão a ser atenuadas pela cor, até que não me apeteça escondê-las.
Não se receia o tempo.
Não se nega, mesmo que enfeitiçada pelos sucessivos "menina" com que sou tratada, porque sei...sinto-o, sempre que relembro a minha avó a embalar o meu bebé chorão, que não importa a idade que aparente ter... Serei eternamente meNina. 
E se não for, que me seja permitido envelhecer, orgulhando-me de cada ruga, não me importando se o espelho já não consegue mentir... 

(...porque me apavora imaginar-me, um dia, a viver em constante negação.)

quarta-feira, 5 de Março de 2014


A esta hora, tenho a minha menina* a braços com contrações.
Um bebé é sempre motivo de muita alegria, mas quando nos é próximo não há palavras que possam definir O momento.
Ainda a princesa não nasceu e já me sinto tia, outra vez.
Tão bom!:)


* Ex-aluna, durante os 3 anos de secundário, há 12 anos atrás. Grande amiga. A minha menina.

terça-feira, 4 de Março de 2014

E assim termina mais uma época...

...e o gosto de viver cada vez mais intensamente tudo o que nos rodeia, é cada vez maior.
Deixo-vos com fotos dos 3 dias de Carnaval, que nos apaixona.


 




quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2014

Agridoce

E amanhã é Carnaval (com C maiúsculo, que bem merece).
Mais uma vez, lá terei que me confrontar com as diferenças sociais, entre crianças.
Dói, mas amanhã é (começa o) Carnaval...e nós gostamos tanto!

segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

...



Sei a razão por que gosto tanto de neve, mas não entendo o que me leva a sentir uma paz tão grande, quando a olho (quando a toco).
Será a imensidão do branco à minha volta? A alegria do Gui? O grito interior de meNina? A gratidão por me/nos ver caminhar com passos cada vez mais seguros? A alegria de pequenos "nadas", gigantes aos nossos olhos? Ou será, simplesmente, a certeza, cada vez maior, do que (não) quero para nós?
É bom estar aqui.

quinta-feira, 6 de Fevereiro de 2014

...

Há momentos, como hoje, em que sinto saudades da velha Nina lamechas, que punha o coração em cada palavra sua.
Sinto falta de um recomeço...comigo mesma.
Falta de ousar e de caminhar sem medo, fechando definitivamente todas as portas que não auguram um futuro promissor.
Depois, caio em mim, percebendo que o tempo não volta atrás e que esta Nina, mais madura, mas igualmente sensível, ainda não sabe como voltar.

quarta-feira, 15 de Janeiro de 2014

Mudança

Não gosto muito de mudanças, sobretudo quando as mesmas me mostram caminhos difíceis de trilhar.
Há uns tempos que andava a fazer contas, mais ou menos consciente que me reteriam, na fonte, o equivalente ao que pago pela casa que comprei.
Procurei cortar daqui e dali, com pouco sucesso, já que ultimamente se resumem os meus luxos a saídas /passeios com o Gui...que os precisa mais do que ninguém.
Esta 2ª enchi-me de coragem, indo perguntar qual seria o valor real do roubo, daqui a dias.
Estremeci.
Mais do que estremeci, fiquei lívida, ao ponto de me perguntarem se me estava a sentir bem.
Não chorei. De nada me valeria.
Rendi-me à evidência, procurando cortar mais alguma coisa.
Lembrei-me, então, que não podia continuar a pagar dois seguros de saúde, no valor mensal de 109.90€, ainda mais porque em março ficaria a pagar mais cerca de 30€, consequência do aumento dos dois. Muito dinheiro para um adulto e uma criança...e um só salário, praticamente reduzido aos tempos do início da carreira.
Dirigi-me ao banco, anulando o seguro que tinha e substituindo-o por um que me cobre apenas metade das despesas em consultas...e pouco mais... e que me custa por ano o que pagava por mês, optando por guardar o outro.
Por mim, não substituía coisíssima nenhuma. Anulava e pronto. Mas, se o fizesse, lá teria que ver o meu spread a aumentar.
E é nisto que tenho andado, nestes dias...Entre escola, casa, filho e muitas, muitas decisões e contas, que receio não terminarem, para todos nós, tão cedo.
De resto, estamos bem. Ainda não nos conseguiram roubar esta vontade de vivermos rodeados de momentos únicos e mágicos...e de sermos felizes.